Datos estadísticos sobre Dependencia

Estadísticas de la Ley de Promoción de la Autonomía Personal y Atención a las Personas en Situación de Dependencia en la Región de Murcia. Actualizado a 31 de agosto de 2021

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Análisis de la Ley de Dependencia en la Región de Murcia: perfil básico de las personas valoradas. Abril 2011

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Análisis de la Ley de Dependencia en la Región de Murcia. 10 de marzo de 2011

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HISTÓRICO DE ESTADÍSTICAS

Año 2021

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Documento completo. Actualizado a 1 de Noviembre de 2010  
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Documento completo. Actualizado a 1 de Octubre de 2010  
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Documento completo. Actualizado a 1 de Septiembre de 2010  
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Documento completo. Actualizado a 1 de Agosto de 2010  
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Documento completo. Actualizado a 1 de Julio de 2010  
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Documento completo. Actualizado a 1 de Junio de 2010  
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Estadísticas familias numerosas

Estadísticas familias numerosas año 2021

Agosto (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 419 KB)
Julio (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 567 KB)
Junio (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 153 KB)
Mayo (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 420 KB)
Abril (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 299.52 KB)
Marzo (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 486 KB)
Febrero (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 144 KB)
Enero (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 621 KB)

 

Histórico de estadísticas

Estadísticas de Títulos de Familias Numerosas desde el año 2010 (Archivos comprimidos en formato .zip)

Año 2020 

Año 2019

Año 2018

Año 2017

Año 2016

Año 2015

Año 2014

Año 2013

Año 2012

Año 2011

Año 2010


Relación de Centros de Protección de la Comunidad Autónoma de la Región de Murcia (CARM)

Centros propios

Centro de Protección de Menores de "Santo Ángel".

Murcia
Tfno.: 968  85 14 88 
Correo electrónico: diego.martinez3@carm.es
Edad: 6-18 años
Tipo de centro: observación y acogida, media/larga estancia y para adolecentes
 

Centros concertados

"Hogar Leyva" (Asociación Leyva)

Monteagudo
Tfno.: 968 85 36 57
Correo electrónico: info@asociacionleyva.org 
Edad: 6-16 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

“Hogar de la Infancia” (Hijas de la Caridad de San Vicente de Paúl)

Cartagena   
Tfno.: 968 51 26 23 - 968 31 19 94
Correo electrónico: hogarinfancia@gmail.com
Edad: 0-6 años
Tipo de centro: Acogida

"Cardenal Belluga" (Hijas de la Caridad de San Vicente de Paúl)

Murcia 
Tfno.: 968 22 24 48 - 968 21 14 59 
Correo electrónico: cardenalbellugamurcia@gmail.com
Edad: 0-6 años
Tipo de centro: Acogida

“Hogar Funcional I” (Asociación Nuevo Futuro)

Murcia   
Tfno.: 968 22 18 74 murcia@nuevofuturo.org
Edad: 8-12 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

“Hogar Funcional II” (Asociación Nuevo Futuro)

Churra  
Tfno.: 968 22 18 74 
Correo electrónico: murcia@nuevofuturo.org
Edad: 8-14 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

Centro de Hermanos “El Verdolay” (Asociación Nuevo Futuro)

Murcia
Tfno.: 968 22 18 74  
Correo electrónico: murcia@nuevofuturo.org
Edad: 3-16 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

“Madre Paula” (Hermanas Franciscanas)

Tfno.: 968 24 56 98
Edad: 6-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

"El Baden” (Fundación Antonio Moreno)

Era Alta  
Tfno.: 968 25 90 82
Correo electrónico: direccionbaden@fundacionantoniomoreno.org
Edad: 6-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

“Santa Cruz” (Fundación Antonio Moreno)

Santa Cruz 
Tfno.: 968 81 09 23 
Correo electrónico: direccionsantacruz@fundacionantoniomoreno.org
Edad: 6-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

"Las Torres” (Fundación Antonio Moreno)

Las Torres de Cotillas
Tfno.: 968 62 44 09
Correo electrónico: direccionlastorres@fundacionantoniomoreno.org
Edad: 6-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

“Rosa Peñas” (Fundación Antonio Moreno)

Santa Cruz
Tfno.: 868 68 01 13
Correo electrónico: direccion.rp@fundacionantoniomoreno.org
Edad: 12-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

“Nonduermas” (Fundación Antonio Moreno)

Murcia
Tfno.: 663 392 774 - 691 884 131
Correo electrónico: direccion.losalcazares@fundacionantoniomoreno.org 
Edad: 12-17 años
Tipo de centro: Primera acogida

"Dulce Nombre de Maria" (Asociación de Linares Von Schmiterlöw).

Málaga 
Tfno.: 952 29 04 99
Correo electrónico: dulcenombre@vnet.es
Edad: 7-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

"Centro Alea/Arrui" (Asociación Diagrama)

Molina de Segura.   
Tfno.: 968 43.03.57  
Correo electrónico: centroarrui@diagrama.org 
Edad: 12-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

Hogar de Acogida “Ankaso - Alguazas” (Fundación Diagrama)

Alguazas
Tfno.: 968 62 28 06
Edad: 14-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

"Suñu Keur" (Fundación Diagrama Intervención)

Era Alta 
Tfno.: 968 416424
Correo electrónico: sunukeur@diagrama.org
Edad: 12-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

"Ankaso Molina I, II y III" (Fundación Diagrama) 

Molina de Segura
Tfno.: 968 71 03 58
Correo electrónico: ncasau@diagrama.org
Edad: 12-18 años
Tipo de centro: Media/ Larga estancia

"Hogar de Acogida Zarandona"

Zarandona
Tfno.: 968 23 70 19 
Edad: 12-18 años
Tipo de centro: Media/Larga Estancia

Centro "La Fuente"

Santomera
Tfno.:  968 839805
Edad: 12-18 años

Las Torrecillas

Córdoba
Tfno.: 957 33 37 30
Correo electrónico: cetlastorrecillas@dianova.es
Edad: 12-18 años

Cottolengo

Barcelona
Tfno.: 932 13 29 00
Correo electrónico: eco@cottolengopalegre.org
Edad: 0-18 años


Punto de atención especializada en menor y familia

La Dirección General de Familias y Protección de Menores pone al servicio del ciudadano un punto de atención especializado que tiene los siguientes cometidos:
 
1) Informar a entidades y particulares acerca de los servicios, convocatorias, procedimientos y centros dependientes de la Dirección General de Familias y Protección de Menores.
 
2) Informar a entidades y particulares sobre los expedientes obrantes en la Dirección General de Familias y Protección de Menores en los que sean parte interesada.
Puede recibir asistencia de forma presencial en el despacho 10B (planta baja, sito en Avda. de la Fama, nº 3, CP 30.003, Murcia.
 
Debido a la situación generada por la COVID-19 y como medida extraordinaria es necesario solicitar cita previa para poder ser atendido de forma presencial por:
 
Tlf. 012 o 968 27 32 09 


Día Internacional de las Familias 2021

El Día Internacional de las Familias se celebra el 15 de mayo de cada año desde 1994. Esta fecha fue proclamada en 1993 por la Asamblea General de las Naciones Unidas (A/RES/47/237) para crear conciencia sobre el papel fundamental de las familias en la educación de los hijos desde la primera infancia, y las oportunidades de aprendizaje permanente que existen para los niños y las niñas y los jóvenes.

Para el año 2021 Naciones Unidas establece el lema "Familias y Nuevas Tecnologías" con el fin de resaltar el impacto de las nuevas tecnologías en el bienestar de las familias y establecer medidas dirigidas a las familias para potenciar los aspectos positivos y contrarrestar sus aspectos negativos.

En el marco del Día Internacional de las Familias se facilita el acceso a algunos recursos de apoyo y orientación a las familias en la educación de sus hijos/as:

Portadas de publicaciones y portales web

Portal Internet Segura For Kidshttps://www.is4k.es/

Portal Familias en Positivohttps://familiasenpositivo.org/

El Ministerio de Derechos Sociales y Agenda 2030 ha publicado y distribuido un cartel conmemorativo del Día Internacional de las Familias 2021 con el lema “Las familias ante las nuevas tecnologías”, editado en todas las lenguas cooficiales. Más información en https://www.mscbs.gob.es/ssi/familiasInfancia/diainternacioanalfamilias/diainternacional.htm


Acogimiento Familiar (Familia Canguro)

El Programa de Urgencia – Diagnóstico “Familias Canguro” es un tipo de acogimiento no programado, ya que es imprevisible en su comienzo, destinado a todos aquellos niños y niñas y grupos de hermanos con edades entre 0- 6 años tutelados por la Comunidad Autónoma de la Región de Murcia.
 
Estos menores, que en el 90% de los casos son recién nacidos, se incorporan por un periodo de tiempo máximo de 9 meses a una familia normalizada (evitando así la institucionalización), donde reciben cuidados, atenciones, estimulación y afecto.
 
Puede ser familia acogedora cualquier persona o familia que ofrezca un ambiente familiar y afectivo adecuado para el niño o niña, y que reúnan los requisitos establecidos por el organismo de protección de menores.
 
- La familia de acogida recibe el apoyo continuo de nuestro equipo de profesionales especializado, que se encarga de proporcionar:
- Orientación y asesoramiento.
- Formación como acogedores.
- Seguimiento por parte de los técnicos durante el tiempo que dure el acogimiento.
- Apoyo social y emocional.
- Servicio de atención 24h, mediante un móvil de urgencias, prestando servicio 365 días al año.
 
Datos de contacto:
 
Avda. dela Fama, 3
30003- Murcia
Tlf. 968 27 29 50. Fax. 968 27 29 79
 
Punto de Atención Especializado en Menor y Familias
Tlf. 968 27 32 09

 


Medidas para contener la pandemia. Información en LECTURA FÁCIL


Preguntas frecuentes sobre adopción

Se entiende por idoneidad la capacidad, aptitud y motivación adecuadas para ejercer la responsabilidad parental, atendiendo a las necesidades de los menores a adoptar, y para asumir las peculiaridades, consecuencias y responsabilidades que conlleva la adopción.

La declaración de idoneidad por la Entidad Pública requerirá una valoración psicosocial sobre la situación personal, familiar, relacional y social de los adoptantes, así como su capacidad para establecer vínculos estables y seguros, sus habilidades educativas y su aptitud para atender a un NNA (niño, niña y adolescente) en función de sus singulares circunstancias. Dicha declaración de idoneidad se formalizará mediante la correspondiente Certificación de la CRPM (Comisión Regional de Protección del Menor).

No podrán ser declarados idóneos para la adopción quienes se encuentren privados de la patria potestad o tengan suspendido su ejercicio, ni quienes tengan confiada la guarda de su hijo a la Entidad Pública.

Las personas que se ofrezcan para la adopción deberán asistir a las sesiones informativas y de preparación organizadas por la Entidad Pública o por Entidad colaboradora autorizada.

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Es previo siempre. Se considera requisito imprescindible incluirlo en el Registro de Adoptantes en la adopción nacional y en la base de datos del Ministerio en el caso de la adopción internacional. Solo se puede asignar menor a aquellas personas solicitantes de adopción que tengan su certificado de idoneidad actualizado. En el caso de adopción nacional debe renovarse cada 4 años y en el caso de adopción internacional cada 3 años.

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Depende de la disponibilidad las personas solicitantes. En adopción nacional, el tiempo de espera es menor cuanto mayor es la edad del NNA que aceptarían, igual ocurre si aceptan grupos de hermanos o hermanas o menores con antecedentes o problemas de salud física y/o psíquica. El número de familias que solo aceptan bebes es el más alto entre los solicitantes de adopción nacional por eso el tiempo de espera en estos caso es más alto. Y en Adopción Internacional depende del volumen de solicitudes que recibe el país y de la agilidad en resolver expedientes que haya en el mismo. Hay establecidos cupos anuales por país para todo el territorio español y así las familias, a lo hora de solicitar una adopción internacional, puedan hacerlo conociendo los tiempos de espera aproximados en cada país.

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En adopción internacional, depende del país. En la mayoría sí es plena y NNA una vez constituida judicialmente en el país de origen regresan a España con los apellidos de los/as adoptantes. En algunos países, hay una sentencia judicial que exige un periodo de convivencia en España antes de constituir la adopción plena, para lo que hay que enviar el número de informes de seguimiento postadoptivo que ellos determinen.

En la adopción nacional, la Entidad Pública podrá delegar la guarda de un NNA declarado en situación de desamparo en las personas que, reuniendo los requisitos de capacidad para adoptar y habiendo prestado su consentimiento, hayan sido preparadas, declaradas idóneas y asignadas para su adopción. A tal efecto, la Entidad Pública, con anterioridad a la presentación de la propuesta de adopción, delegará la guarda con fines de adopción hasta que se dicte la resolución judicial de adopción.

Salvo que convenga otra cosa al interés del NNA, la Entidad Pública procederá a suspender el régimen de visitas y relaciones con la familia de origen cuando se inicie el período de convivencia preadoptiva. Cuando el interés del NNA así lo aconseje, en razón de su situación familiar, edad o cualquier otra circunstancia significativa valorada por la Entidad Pública, podrá acordarse el mantenimiento de alguna forma de relación o contacto a través de visitas o comunicaciones entre NNA, los miembros de la familia de origen que se considere y la adoptiva, favoreciéndose especialmente, cuando ello sea posible, la relación entre los hermanos biológicos. En la declaración de idoneidad deberá hacerse constar si las personas que se ofrecen a la adopción aceptarían adoptar a un NNA que fuese a mantener la relación con la familia de origen.

La propuesta de adopción al Juez tendrá que realizarse en el plazo más breve posible y, en todo caso, antes de transcurridos tres meses desde el día en el que se hubiera acordado la delegación de guarda con fines de adopción. No obstante, cuando la Entidad Pública considere necesario, en función de la edad y circunstancias del NNA, establecer un período de adaptación del NNA a la familia, dicho plazo de tres meses podrá prorrogarse hasta un máximo de un año.

La duración del proceso judicial es variable según el caso y cuando concluye la adopción es plena. El procedimiento judicial de adopción finaliza con Auto firme de adopción y NNA romperá con los vínculos biológicos y tendrá los apellidos de los/as adoptantes.

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El procedimiento de adopción nacional es gratuito en todas sus fases.

En la adopción internacional depende del país y puede conllevar gastos derivados de la valoración psicosocial, de la tramitación del expediente si se realiza a través de Organismos Acreditados para la Adopción Internacional (OAA), traducción de documentación, viajes al país y estancia, así como los informes de seguimiento postadoptivo que establezca el país de origen.

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En la adopción en la Región de Murcia y, según lo recogido en el Decreto Regional 372/2007, las parejas de hecho tienen las mismas posibilidades que los matrimonios (aportarán certificado de convivencia superior a 2 años) y en la Adopción Internacional, sólo algunos países admiten estas solicitudes: Colombia, por ejemplo.

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Podrán también presentar solicitud de Adopción Nacional para adoptar a menores con características, circunstancias o necesidades especiales en la Comunidad Autónoma de la Región de Murcia, quienes tengan un domicilio fuera de la misma y previamente hayan obtenido la idoneidad en su comunidad de residencia, pero su solicitud no será preferente.

En Adopción Internacional solo se puede presentar solicitud en su comunidad autónoma de residencia.

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Son los Organismos Acreditados para la Adopción Internacional que pueden realizar entre otras funciones, gestiones de mediación en la tramitación de los expedientes al país elegido de origen NNA a adoptar.

Recibirán acreditación para la realización de su trabajo por el Ministerio competente, y al mismo tiempo, en el país donde trabajarán.

Son entidades sin ánimo de lucro y deben estar sometidas al control de las autoridades competentes de ambos Estados.

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Instrumentos y herramientas desarrolladas por el PAIN

H1. HERRAMIENTA DE VALORACIÓN DE LA EXCLUSIÓN SOCIAL

El amplio abanico de necesidades sociales que son atendidas por los Centros de Servicios Sociales requieren un “triaje” que permita el diagnóstico y la provisión de respuestas adecuadas a esas necesidades. La H1 será la herramienta diagnóstica y de valoración de las situaciones individuales-familiares que ayudan a determinar el grado de exclusión social que defina que el PAIN puede ser el recurso adecuado a las situaciones de necesidad social planteadas. 
A partir de múltiples indicadores, se ayuda a entender las diversas dimensiones de la situación en que se encuentra la persona en relación a pobreza económica, vulnerabilidad social y grave exclusión social, permitiendo valorar el acceso al programa. Esta apreciación inicial es una primera aproximación a la situación de exclusión de la persona. La realiza el profesional que canaliza / deriva al PAIN y es una aproximación diagnóstica inicial que da una fotografía de las áreas afectadas en la persona.
Estos indicadores de la H1 son también tenidos en cuenta por los profesionales del PAIN como elementos de evaluación del proceso temporal del acompañamiento.
 

MÓDULO SIUSS DEL PAIN

El programa dispone de un módulo informático propio para la recogida de información de actuaciones y procesos de acompañamiento dentro del Sistema de Información de Usuarios de Servicios Sociales.
 

ACUERDO DE ACOMPAÑAMIENTO

Es una herramienta cuyo fin es impulsar el desarrollo de la autonomía e inclusión social de la persona y acompañar el proceso de cambio humano a partir de la toma de conciencia de su realidad y facilitando su paulatina asunción de responsabilidades en el proceso de acompañamiento. Se realizar a partir de ayudar a la persona a realizar su propio diagnóstico de situación (co-diagnóstico), para que establezca sus propios objetivos y tareas en el camino de recuperación de su autonomía personal y social.
 

REGISTROS PARA EL TRABAJO GRUPAL.

En el contexto del trabajo grupal que desarrolla el PAIN, se han diseñado registros de planificación, recogida de información pormenorizada y de evaluación para los diversos procesos de dinámica de grupos que se realizan en los procesos de acompañamiento.
 
Además el Programa incorpora otras herramientas e instrumentos que ayuden a desarrollar los objetivos del programa (Río de la vida, Árbol de la vida, historia de vida, etc)


Medida de Guarda de personas menores de edad

La regulación de la guarda voluntaria de menores se recoge en los artículos 19 LO 1/1996 y 172 bis CC. La redacción contemplada en el primero de ellos «(…) además de la guarda de los menores tutelados por encontrarse en situación de desamparo, la entidad pública deberá asumir la guarda en los términos previstos en el artículo 172 bis del Código Civil, cuando los progenitores o tutores no puedan cuidar de un menor por circunstancias graves y transitorias o cuando así lo acuerde el Juez en los casos en que legalmente proceda» es complementada por lo dispuesto en el artículo 172 bis apartado 1 CC «(…) cuando los progenitores o tutores, por circunstancias graves y transitorias debidamente acreditadas, no puedan cuidar al menor, podrán solicitar de la Entidad pública que esta asuma su guarda durante el tiempo necesario (…)»

La guarda voluntaria tendrá una duración máxima de dos años, salvo que el interés superior del menor aconseje, excepcionalmente, la prórroga de la medida por la previsible reintegración familiar en un plazo breve.


Situación de desamparo de menores

Se considera situación de desamparo la que se produce de hecho a causa del incumplimiento, o del imposible o inadecuado ejercicio de los deberes de protección establecidos por las leyes para la guarda de los menores, cuando éstos queden privados de la necesaria asistencia moral o material (Art. 172 del Código Civil).


Información para la ciudadanía

Como ciudadanos tenemos el deber de notificar cualquier situación que nos haga sospechar un posible maltrato en niños, niñas y adolescentes. Para ello, si la situación es urgente, debemos recurrir al auxilio de los Cuerpos y Fuerzas de Seguridad o bien al teléfono de emergencias 112.
 
Si por el contrario la situación no reviste gravedad pero es necesario que los Servicios Sociales puedan intervenir para paliar las dificultades que esté sufriendo ese menor, podemos dirigirnos a los servicios sociales municipales más cercanos o contactar con alguno de los siguientes recursos:
 
- Asesoría de Información y Estudios (AIE): 968 27 32 09
- Teléfono ANAR de Ayuda a niños y adolescentes: 900 20 20 10
- Teléfono europeo de atención al maltrato: 116111


Punto de Encuentro Familiar (PEF)

¿Qué es un Punto de Encuentro Familiar?

El Punto de Encuentro Familiar es un recurso social especializado, vinculado al ámbito de la familia, cuya finalidad es garantizar el derecho de los niños, niñas y adolescentes de relacionarse con sus progenitores (ambos) y/o familiares, cuando no convivan con estos por motivo de separación entre los progenitores o de separación de los niños, niñas y adolescentes de ambos por aplicación de medidas de protección.

Este recurso se configura a partir de un espacio físico y un equipo de profesionales, que pretenden normalizar las relaciones entre las partes permitiendo que los contactos de los niños, niñas y adolescentes con sus progenitores y otros familiares, en su caso, se desarrollen en un marco de seguridad y bienestar, mediante una intervención de carácter temporal, que promueva que los progenitores asuman sus responsabilidades parentales y sean capaces de establecer y cumplir acuerdos relacionados con el régimen de comunicación y estancia con sus hijos/as, en beneficio de estos/as.

Los beneficiarios del servicio son todos aquellos niños, niñas y adolescentes que por circunstancias relacionadas con procesos de separación/divorcio o medidas de protección no conviven con uno o ambos progenitores.

Los usuarios del servicio son los progenitores y otros familiares autorizados a participar en los intercambios y/o visitas.

Actualmente funcionan dos sedes:

En Murcia, en las dependencias de la Escuela de Educación Infantil Infante Juan Manuel, sita en C/ Vicente Aleixandre, s/n.

En Cartagena, CEI "La Gaviota" C/ Torre Pacheco nº 8 . C.P. 30.203

 

Objetivos de los Puntos de Encuentro Familiar

Facilitar el contacto del menor con el progenitor no custodio y/o la familia biológica, en un espacio neutral y garantizando sus intereses en situaciones de conflicto.

Reconstruir relaciones positivas entre las partes en conflicto, en beneficio de los menores, promoviendo el ejercicio autónomo de la coparentalidad.

 

Acceso al Punto de Encuentro Familiar

El acceso a este servicio se produce por derivación:

- De Juzgados de Primera Instancia y/o Familia, en relación con la ejecución de regímenes de visitas establecidos en procesos de separación/divorcio.

- Del Servicio de Protección de Menores de la Dirección General de Familias y Protección de Menores, que mediante Resolución administrativa fija los regímenes de visitas de menores tutelados por la Administración Regional con sus progenitores.

- De Juzgados de Instrucción y más específicamente, desde su puesta en marcha, de los Juzgado de Violencia sobre la Mujer, en aquellos casos en los que se incorpora como medida civil, dentro de la Orden de Protección a Víctimas de Violencia intrafamiliar, las visitas de los/as menores con el progenitor con el que no conviven, garantizándose en estos casos, además, la protección de la víctima de violencia doméstica.

El Juzgado o el Servicio de Protección de Menores envía al Servicio de Familias, de la Dirección General de Familias y Protección de Menores, el documento que establece que el régimen de visitas ha de llevarse a cabo en PEF, acompañado de un Protocolo de Derivación que contiene los datos básicos para la localización de los miembros de la familia y el desarrollo de las visitas: modalidad de visita, previsión de duración, motivo por el que se deriva a Punto de Encuentro, objetivos que se pretenden con la derivación...

 

¿Qué tipos de casos atienden?

En el PEF se atienden los siguientes tipos de casos:

- Casos derivados por Juzgados de Violencia sobre la Mujer o Juzgados de Instrucción en los que existen indicios de violencia o/y Orden de Alejamiento.

- Casos derivados por Juzgados o Servicio de Protección de Menores con visitas tuteladas motivadas por el riesgo que se pueda derivar del contacto del menor o menores con la/s personas autorizadas para realizar dichas visitas.

- Casos derivados por Juzgados o Servicio de Protección de Menores con visitas tuteladas motivadas por la existencia de dudas en el órgano derivante respecto a la capacidad de la persona o personas autorizadas para realizar dichas visitas para atender las necesidades del menor de forma adecuada.

- Casos con régimen de visitas progresivo, en función de alguna circunstancia (edad del menor...).

- Casos derivados por Juzgados de Primera Instancia, con régimen de visitas de recogida y entrega.

 

Funcionamiento

¿Cómo funciona un Punto de Encuentro Familiar?

 

Fundamentación

Fundamentación Legal

 

Contacto

Técnico del Servicio de Familia


Centros para la ejecución de medidas judiciales

Se trata de centros para la ejecución de medidas judiciales de internamiento impuestas por el Juzgado de Menores de Murcia, derivadas de la aplicación de la Ley Orgánica 5/2000.

La población a la que se dirige son menores y jóvenes de entre 14 y 23 años de edad, con medida judicial de internamiento derivada de la aplicación de la citada ley.

Funciones

Los ejes fundamentales de actuación con el grupo de jóvenes que ingresan en estos centros educativos serán:

- Formación profesional.

- Competencia psico-social.

- Inserción laboral.

Otras funciones:

- Atención médica.

- Higiene y alimentación.

- Vestuario.

- Atención hospitalaria.

- Atención social.

Necesidades de los menores

- Seguridad personal.

- Personalización: actuaciones personalizadas con respecto a cada menor.

- Aprovechamiento del tiempo.

- Implicación por parte del menor en la realización de actividades en vez de estar ociosos. Debe haber movimiento en cuanto a actividades, en cuanto a fases por las que pasan los menores, de manera que favorezca el aprovechamiento de las energías personales, orientándolas hacia la obtención de los objetivos propuestos.

- Accesibilidad y motivación: los objetivos propuestos, los programas y las actividades que se organicen han de ser accesibles, el joven debe percibirlos como algo al alcance de sus posibilidades, en caso contrario caería en la desmotivación.

Centros propios.

Centro Educativo Juvenil de El Palmar "Las Moreras".
Dirección: Ctra. de Mazarrón, s/n, Finca Mayayo. El Palmar, Murcia. C.P. 30120.
Teléfonos: 968 883371 / 968 883391.
Titularidad: pública.
Gestión: privada. Gestionado por la Asociación Diagrama.
Nº de plazas concertadas: 46.
Edad: 14-23 años.
Carácter: mixto.
Régimen: abierto, semiabierto y cerrado.

Centros concertados

Centro Alea-Arrui.
Titularidad: privada.
Gestión: Fundación Diagrama.
Nº de plazas concertadas: 20 (12 para chicos y 8 para chicas).
Edad: 14-18 años.
Carácter: mixto.
Régimen: abierto.

Centro Educativo La Zarza.
Dirección: Paraje de la Zarza, s/n. Abanilla, Murcia. C.P. 30640. Teléfonos: 968 432192 / 968 432301.
Titularidad: privada.
Gestión: Fundación Diagrama.
Nº de plazas concertadas: 37.
Edad: 14-18 años.
Carácter: Mixto.
Régimen: semiabierto y cerrado.

Centro "Los Pinos".
Dirección: Carretera de Fortuna, nº 27. Urbanización “EL Romeral”. C.P. 30500, MOLINA DE SEGURA
Titularidad: privada.
Gestión: Fundación Diagrama
Nº de plazas concertadas: 12.
Edad: 14-18 años.
Carácter: mixto.
Establece medidas de convivencia.

Hogar Educativo “Las Palmeras”

Dirección: Camino de Albadel, nº 182-B. Era Alta, C.P. 30.168, MURCIA
Titularidad: Privada dependiente de la Fundación Diagrama.
Gestión: Contrato Público de Servicio (DIAGRAMA Intervención Psicosial)
Plazas concertadas: 12
Regimen: Conviviencia en grupo educativo
Caracter: Mixto

 
Para la ejecución de la medida de Centro Terapéutico para menores con adicción a sustancias tóxicas o algún tipo de alteración psíquica, se utilizan los centros dependientes de asociaciones de rehabilitación de toxicómanos o los concertados para las medidas judiciales, pero con un protocolo específico de actuación a través de un programa educativo especialmente diseñado según las necesidades del menor.

Por otro lado, también se utiliza la red de salud pública, los Centros de Atención a Drogodependientes (C.A.D.) y los centros de salud mental.


Videos formativos

1. Solicitud de valoración de la situación social

 

 

2. Canalización desde SEF y EIS a SSAP

 

 

3. Valoración de la situación social

 

4. Acreditación y envío

 

 

5. Valoración para proceso de empleabilidad

 

6. Derivación entre SSAP, SEF y EIS

 


Modelos a utilizar por los Servicios Sociales de Atención Primaria (SSAP)

En el listado inferior se muestran, clasificados por municipios, los modelos para su descarga.

Cada modelo corresponde a un municipio.

En la parte derecha se pueden descargar el modelo y la hoja de instrucciones génericos.

 

Abarán

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Aguilas

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Alcantarilla

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Aledo

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Alguazas

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Alhama de Murcia

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Archena

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Blanca

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Campos del Río

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Cartagena

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Modelo de acreditación de la situación social (CAVI). IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

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Ceutí

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Cieza

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Fuente Álamo

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Jumilla

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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La Unión

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Las Torres de Cotillas

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Librilla

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Lorca

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Lorquí

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Los Alcázares

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Mancomunidad de Servicios Sociales Comarca Oriental

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Mancomunidad de Servicios Sociales Comarca del Noroeste

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Mancomunidad de Servicios Sociales Río Mula

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Mancomunidad de Servicios Sociales Valle de Ricote

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

Modelo de acreditación de la situación social. IMPORTANTE: Para poder ver toda la información de este documento es necesario abrirlo con el navegador "Internet Explorer".

Hoja de instrucciones para cumplimentación del documento "Acreditación de la situación social"

Mazarrón

Modelo de solicitud de acreditación de la situación social

Formulario herramienta de valoración de la situación social

Formulario de valoración para el proceso de empleabilidad

Modelo de autorización para la obtención, tratamiento y cesión de datos personales

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Molina de Segura

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Murcia

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Puerto Lumbreras

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San Javier

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San Pedro del Pinatar

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Torre Pacheco

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Totana

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Formulario herramienta de valoración de la situación social

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Yecla

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Adopción

La adopción es concebida como un recurso de protección para aquellos niños y niñas o adolescentes que no puedan permanecer en su propia familia. Constituye acto jurídico mediante el que se establece entre los/las adoptantes y el o la menor una resolución jurídica de filiación extinguiéndose así los vínculos de éste o esta con su familia biológica e integrándose plenamente en el nuevo núcleo familiar con una equiparación plena de derechos con la filiación biológica. Por lo que la adopción implica un proceso judicial. 

La adopción puede ser nacional o internacional y ambas tienen un procedimiento muy diferente y delimitado, pero en ambos casos implica un procedimiento administrativo y un procedimiento judicial. 

Contacto:

Acogimiento y adopción
Avda. de La Fama, nº 3, 30003 - Murcia
Telf.: 968 27 29 50 / 968 27 29 60. Fax: 968 27 29 79

Aviso

Es obligatorio para iniciar cualquier procedimiento de adopción o acogimiento familiar y previo a cursar la solicitud, la asistencia a la Sesión informativa sobre adopción y acogimiento, que tiene lugar en el Salón de Actos de la Consejería de Mujer, Igualdad, LGTBI, Familias y Política Social (Avda. de La Fama, 3. Murcia), el primer lunes de los meses de febrero, abril, junio, octubre y diciembre de cada año de 17,00 a 19:30 horas. Si ese primer lunes de mes fuera festivo, la sesión será el siguiente lunes hábil. Para asistir es necesaria cita previa.

Telf. 968 272950 / 968 272960/ 968 272956 - Fax 968 272979

 


Gestión

Objetivo específico 9.2.1 

Aumentar la integración socio-laboral, la contratación y el empleo por cuenta propia de personas pertenecientes a comunidades marginadas, como la población Romaní, mediante el desarrollo de acciones integrales:

A través de esta actuación se lleva a cabo el acompañamiento y desarrollo de habilidades socio laborales con familias en grave situación de exclusión social preferentemente con menores a su cargo y que, en la actualidad, tienen una situación sostenida en el tiempo de habitar en chabolas o en infraviviendas. La ruptura del círculo de la exclusión a través del acompañamiento social en el acceso a la vivienda puede ser un factor decisivo para avanzar en los procesos de incorporación laboral, y social. Está demostrado que la carencia de una vivienda con unas condiciones mínimas de habitabilidad y salubridad y en un entorno social normalizado, es una de las condicionantes de mayor impacto en la marginación de colectivos y personas.

Este programa es una actuación complementaria y coordinada con la línea de actuación del P.O. FEDER de la Región de Murcia que destina fondos a la adquisición, remodelación y equipamiento básico de viviendas para este mismo colectivo, facilitando una vivienda en condiciones adecuadas a las características de estas familias como una actuación esencial para mejorar su integración social, desarrollando una acción educativa y de acompañamiento social de carácter intensivo en todos los ámbitos que lo requieran (salud, laboral, escolar, formativo, habilidades, mantenimiento y uso de la vivienda), con carácter previo al acceso a la vivienda, en el proceso de incorporación a la misma y hasta que se valore que están en condiciones de acceso a los recursos normalizados sin este tipo de apoyo.

Normativa reguladora

Convocatoria

Enlaces de interés

Estos proyectos de desarrollo local a cargo de las comunidades locales suponen un marco innovador al proponerse una metodología de intervención experimental, basado, no solo en la colaboración entre actores en el territorio, sino en la configuración de un modelo y metodología de trabajo en red entre los diferentes actores sociales que intervienen en un territorio específico, que permita su trasferencia y aplicación generalizada en las políticas públicas.

Tanto desde los distintos sistemas de protección social de las administraciones públicas (vivienda, servicios sociales, empleo, educación…) como desde las organizaciones del tercer sector se trabajará de forma coordinada, constituyendo grupos específicos de acción – intervención local, capaces de promover e implementar estas experiencias piloto que puedan transferir las buenas prácticas identificadas en el desarrollo de estos proyectos. Entendemos que el desarrollo de estas actuaciones diseñadas como “proyectos piloto” que implicará determinar, a través de la evaluación correspondiente, los elementos de éxito y de mejora de los modelos experimentados en relación con los existentes, su relación costo/eficacia y su “aplicabilidad” en diferentes contextos.

Objetivo específico 9.4.1 

Mejorar la accesibilidad para las personas más vulnerables a servicios de atención sanitaria, sociales y de orientación, formación y educación, incluyendo la eliminación de los estereotipos con esta finalidad se están desarrollando tres proyectos con los que se pretende la puesta en marcha de herramientas y protocolos de cooperación entre los profesionales de los sistemas de Empleo, Salud Mental y Servicios Sociales que mejoren el acceso, la atención y la calidad de los servicios y la empleabilidad de los colectivos sociales en riesgo de inclusión:

Para propiciar el acceso de los colectivos con mayores dificultades a los servicios existentes, consideramos que es preciso conectar los sistemas de servicios sociales y los servicios de empleo, y cuando proceda los de salud. A su vez es necesario trabajar en red también con la iniciativa social, con el fin de optimizar el trabajo y los resultados y crear herramientas de seguimiento que permitan visualizar los procesos, según la Recomendación 5 del Consejo.

En esta línea se ha puesto en marcha la Aplicación informática DIRSOCIAL: Directorio de trabajo colaborativo empleo-servicios sociales

Este proyecto se enmarca inicialmente dentro del protocolo de coordinación entre el Servicio de Empleo y Formación y el sistema de servicios sociales. El objetivo es poder crear y mantener un directorio de recursos/servicios y profesionales asociados a estos de los distintos protocolos involucrados y coordinados por el SEF, manteniendo actualizada la información del mismo, y dejando registrado un histórico de la evolución de este. Dada la naturaleza colaborativa de las distintas entidades, la aplicación debe estar en un entorno web con posibilidad de dar acceso a la misma a cualquier usuario perteneciente a la Administración Local, CARM, Iniciativa Social o cualquier entidad o persona que se considere necesaria para el funcionamiento de la misma.


Programa de Atención al Maltrato Infantil

Desde la Dirección General de Familias y Protección de Menores se realizan continuas actuaciones para la prevención y atención del maltrato infantil en nuestra región. Enmarcado en el deseo de crear una sociedad más competente en la que los derechos de los menores sean primordiales se implementó desde hace más de una década el “Programa de Detección, notificación y registro del maltrato infantil y adolescente”.

Este programa tiene como principal objetivo prevenir el maltrato infantil y adolescente en la Región de Murcia mediante su detección precoz; a través de la formación de profesionales que tienen relación con la infancia y adolescencia y de la sensibilización de la ciudadanía en general

Teléfono de atención al maltrato infantil 968 27 32 09

 


Acogimiento residencial

El acogimiento residencial es una medida de protección destinada a aquellos menores que no pueden permanecer en sus hogares, mediante la cual se les proporciona un lugar de residencia y convivencia que cumpla con el cometido de una adecuada satisfacción de las necesidades de protección, educación, y desarrollo.

Centros de  Protección de Menores

Son servicios residenciales de estancias limitadas que tienen por objeto: 
 
- Potenciar el desarrollo personal de los menores acogidos, a nivel cognitivo, afectivo, físico e instrumental.
 
- Promover su integración social, familiar, escolar, residencial comunitaria y laboral.
 
- Evaluar de forma continua la situación del menor y la familia, con el fin de tomar decisiones sobre la alternativa más adecuada para el menor.
 
Funciones:
 
- Ofrecer una respuesta inmediata y transitoria de acogida y protección a cualquier menor que se encuentra en situación de desamparo o alto riesgo social.
 
- Proporcionar un entorno protector, educativo y terapéutico que cubra sus necesidades de salud, emocionales, sociales y educativas, durante un periodo concreto. 
 
- Proporcionar tiempo y espacio para afrontar situaciones conflictivas.
 
- Preparar a los menores para las posibles alternativas.
 
- Capacitar para la transición a la vida adulta.


Programa de atención a menores en Centros de Protección

Este programa persigue la atención integral a menores que se encuentran en situación de guarda o desamparo.
 
La actividad del programa de atención a menores en centros de protección se orienta en dos direcciones:
 
- Atención a menores en centros de protección.
- Gestión de altas y bajas en centros de protección


Programa de actuación en posibles situaciones de riesgo en la infancia

 

Teléfonos: 968 36 20 00 - 012.

Acceder a la Sede Electrónica de la CARM: 

Programa de actuación en posibles situaciones de riesgo en la infancia (código 413)

Comprende las actuaciones técnicas y procesos utilizados para determinar la posible existencia de una Situación de Riesgo, en los términos reflejados en el art. 17 de la Ley 26/2015, de modificación del Sistema de Protección a Infancia y a la Adolescencia, en los menores cuyos expedientes son derivados al Servicio de Familia, así como la realización de las actuaciones precisas para reducir/eliminar los factores que configuran dicha Situación de Riesgo.


Situaciones de riesgo en la infancia

Se considerará situación de riesgo aquella en la que, a causa de circunstancias, carencias o conflictos familiares, sociales o educativos, el menor se vea perjudicado en su desarrollo personal, familiar, social o educativo, en su bienestar o en sus derechos de forma que, sin alcanzar la entidad, intensidad o persistencia que fundamentarían su declaración de situación de desamparo y la asunción de la tutela por ministerio de la ley (art. 17, Ley 26/2015, de 28 de julio, de modificación del Sistema de Protección a la Infancia y a la Adolescencia) [...]


Programa de Apoyo Técnico a los Servicios Sociales de Atención Primaria

Este programa parte de la consideración de que la atención a familias con menores en Situación de Riesgo ha de contemplarse, para optimizar su eficacia, desde la prevención y la detección precoz, cuestiones ambas en las que los Centros de Servicios Sociales de Atención Primaria tienen un papel fundamental, así como desde el establecimiento de estándares y criterios de valoración homogéneos para todos los profesionales relacionados con esta problemática, tanto de Servicios Sociales de Atención Primaria como Especializados, y con la elaboración de itinerarios y modelos de intervención consensuados para el abordaje de las posibles Situaciones de Riesgo en la Infancia; en definitiva, de entender que la colaboración, la coordinación y el apoyo técnico a los profesionales de los Centros de Servicios Sociales de Atención Primaria es la herramienta más eficaz para el abordaje de este tipo de situaciones.

El Programa consiste en ofertar a los distintos Centros de Servicios Sociales el establecimiento de acuerdos para la coordinación que se puede concretar, en función de la demanda y las necesidades de cada Centro, en la realización de reuniones periódicas en la sede del Centro para el análisis de casos, revisión de instrumentos y procedimientos, la participación de profesionales del Centro en sesiones periódicas de Grupos de Trabajo y, cuando es posible, la realización de acciones formativas.


Bonificación y suspensión en el copago de servicios en el IMAS

Teléfonos de información: 968 36 20 00 - 012.

Acceder a la Sede Electrónica de la CARM:

Bonificación y suspensión en el copago de servicios en el IMAS (código 2747)

Procedimiento para la concesión de bonificaciones y suspensiones en el copago que se practica en los servicios de:

- Centro de Día de Personas Mayores y Personas con Discapacidad

- Atención Residencial en Personas Mayores y Personas con Discapacidad

- Vivienda Tutelada

- Servicio de promoción de autonomía para personas con enfermedad mental (SEPAP) y Centro para la promoción de la autonomía personal (CEPAP)

- Teleasistencia

- Servicio de Ayuda a Domicilio (SAD)

Deberá estar recibiendo un servicio del IMAS en un centro concertado, conveniado o propio.

 


Procedimientos relacionados con la obtención del Título de Familia Numerosa

Reconocimiento de la condición de familia numerosa

Obtención del Título de Familia Numerosa (acceder)

Renovación del título oficial de familia numerosa

Las familias que ostenten la condición de Familia Numerosa, acreditada por el Título correspondiente y que se encuentren en alguna de las siguientes situaciones, deberán renovar el Título oficial de Familia Numerosa:

1.- Que hayan experimentado variaciones en su composición y/o en las condiciones que puedan dar lugar a variación en el número de beneficiarios y/o en la categoría en que la familia está clasificada:

a) Nacimiento de nuevos hijos o separaciones matrimoniales.
b) Pérdida de la condición de beneficiario de alguno de los hijos por matrimonio, emancipación u otros motivos.
c) Otras modificaciones en la situación familiar que afecten a la situación contemplada en la última renovación (abandono de estudios de los hijos, reconocimientos de minusvalía, separación o divorcio de los titulares...).

2.- Que tengan próximo el vencimiento del periodo de vigencia del Título. En este supuesto, la renovación ha de solicitarse antes de la fecha de caducidad que aparece en el propio Título (máximo tres meses), de superarse ésta, el Título ha caducado y se requiere solicitar de nuevo el reconocimiento de la condición de Familia Numerosa, emitiéndose un Título distinto, si procede.

A considerar: Se puede renovar el Titulo tres meses con antelación a la fecha de caducidad.

(acceder)



Objetivo específico 9.2.1

Objetivo específico 9.2.1 

Aumentar la integración socio-laboral, la contratación y el empleo por cuenta propia de personas pertenecientes a comunidades marginadas, como la población Romaní, mediante el desarrollo de acciones integrales:

A través de esta actuación se lleva a cabo el acompañamiento y desarrollo de habilidades socio laborales con familias en grave situación de exclusión social preferentemente con menores a su cargo y que, en la actualidad, tienen una situación sostenida en el tiempo de habitar en chabolas o en infraviviendas. La ruptura del círculo de la exclusión a través del acompañamiento social en el acceso a la vivienda puede ser un factor decisivo para avanzar en los procesos de incorporación laboral, y social. Está demostrado que la carencia de una vivienda con unas condiciones mínimas de habitabilidad y salubridad y en un entorno social normalizado, es una de las condicionantes de mayor impacto en la marginación de colectivos y personas.

Este programa es una actuación complementaria y coordinada con la línea de actuación del P.O. FEDER de la Región de Murcia que destina fondos a la adquisición, remodelación y equipamiento básico de viviendas para este mismo colectivo, facilitando una vivienda en condiciones adecuadas a las características de estas familias como una actuación esencial para mejorar su integración social, desarrollando una acción educativa y de acompañamiento social de carácter intensivo en todos los ámbitos que lo requieran (salud, laboral, escolar, formativo, habilidades, mantenimiento y uso de la vivienda), con carácter previo al acceso a la vivienda, en el proceso de incorporación a la misma y hasta que se valore que están en condiciones de acceso a los recursos normalizados sin este tipo de apoyo.

Normativa reguladora

Convocatoria

Enlaces de interés

Estos proyectos de desarrollo local a cargo de las comunidades locales suponen un marco innovador al proponerse una metodología de intervención experimental, basado, no solo en la colaboración entre actores en el territorio, sino en la configuración de un modelo y metodología de trabajo en red entre los diferentes actores sociales que intervienen en un territorio específico, que permita su trasferencia y aplicación generalizada en las políticas públicas.

Tanto desde los distintos sistemas de protección social de las administraciones públicas (vivienda, servicios sociales, empleo, educación…) como desde las organizaciones del tercer sector se trabajará de forma coordinada, constituyendo grupos específicos de acción – intervención local, capaces de promover e implementar estas experiencias piloto que puedan transferir las buenas prácticas identificadas en el desarrollo de estos proyectos. Entendemos que el desarrollo de estas actuaciones diseñadas como “proyectos piloto” que implicará determinar, a través de la evaluación correspondiente, los elementos de éxito y de mejora de los modelos experimentados en relación con los existentes, su relación costo/eficacia y su “aplicabilidad” en diferentes contextos.

 

 

Para propiciar el acceso de los colectivos con mayores dificultades a los servicios existentes, consideramos que es preciso conectar los sistemas de servicios sociales y los servicios de empleo, y cuando proceda los de salud. A su vez es necesario trabajar en red también con la iniciativa social, con el fin de optimizar el trabajo y los resultados y crear herramientas de seguimiento que permitan visualizar los procesos, según la Recomendación 5 del Consejo.

En esta línea se ha puesto en marcha la Aplicación informática DIRSOCIAL: Directorio de trabajo colaborativo empleo-servicios sociales

Este proyecto se enmarca inicialmente dentro del protocolo de coordinación entre el Servicio de Empleo y Formación y el sistema de servicios sociales. El objetivo es poder crear y mantener un directorio de recursos/servicios y profesionales asociados a estos de los distintos protocolos involucrados y coordinados por el SEF, manteniendo actualizada la información del mismo, y dejando registrado un histórico de la evolución de este. Dada la naturaleza colaborativa de las distintas entidades, la aplicación debe estar en un entorno web con posibilidad de dar acceso a la misma a cualquier usuario perteneciente a la Administración Local, CARM, Iniciativa Social o cualquier entidad o persona que se considere necesaria para el funcionamiento de la misma.


Objetivo específico 9.4.1

Objetivo específico 9.4.1 

Mejorar la accesibilidad para las personas más vulnerables a servicios de atención sanitaria, sociales y de orientación, formación y educación, incluyendo la eliminación de los estereotipos con esta finalidad se están desarrollando tres proyectos con los que se pretende la puesta en marcha de herramientas y protocolos de cooperación entre los profesionales de los sistemas de Empleo, Salud Mental y Servicios Sociales que mejoren el acceso, la atención y la calidad de los servicios y la empleabilidad de los colectivos sociales en riesgo de inclusión:

Para propiciar el acceso de los colectivos con mayores dificultades a los servicios existentes, consideramos que es preciso conectar los sistemas de servicios sociales y los servicios de empleo, y cuando proceda los de salud. A su vez es necesario trabajar en red también con la iniciativa social, con el fin de optimizar el trabajo y los resultados y crear herramientas de seguimiento que permitan visualizar los procesos, según la Recomendación 5 del Consejo.

En esta línea se ha puesto en marcha la Aplicación informática DIRSOCIAL: Directorio de trabajo colaborativo empleo-servicios sociales

Este proyecto se enmarca inicialmente dentro del protocolo de coordinación entre el Servicio de Empleo y Formación y el sistema de servicios sociales. El objetivo es poder crear y mantener un directorio de recursos/servicios y profesionales asociados a estos de los distintos protocolos involucrados y coordinados por el SEF, manteniendo actualizada la información del mismo, y dejando registrado un histórico de la evolución de este. Dada la naturaleza colaborativa de las distintas entidades, la aplicación debe estar en un entorno web con posibilidad de dar acceso a la misma a cualquier usuario perteneciente a la Administración Local, CARM, Iniciativa Social o cualquier entidad o persona que se considere necesaria para el funcionamiento de la misma.


Actuaciones del Programa Operativo del Fondo Social Europeo en la Región de Murcia 2014-2020. Consejería de Mujer, Igualdad, LGTBI, Familias y Política Social

Escudo Comunidad Autónoma de la Región de Murcia "El FSE invierte en tu futuro"
Fondo Social Europeo (FSE)     
    
                  

Logo Unión Europea

 


Búsqueda de orígenes

El  objetivo de este procedimiento es facilitar a las personas adoptadas y a las personas tuteladas y extuteladas por la entidad pública de protección en el ámbito de la Región de Murcia, el conocimiento de sus orígenes y parientes biológicos, de acuerdo con los derechos que les reconoce la legislación vigente. Facilitando la orientación, el apoyo, el acompañamiento y, si procede, la mediación necesaria en la búsqueda de sus antecedentes y datos biográficos, con todas las garantías que la ley establece.

Podrán solicitar la Búsqueda de Orígenes: 

- Toda persona mayor de edad o emancipada que ha sido adoptada o tutelada a través de las instituciones públicas de la Comunidad de la Región de Murcia o aquellas personas residentes en la Región de Murcia que han sido tuteladas o adoptadas por las entidades públicas de otras comunidades autónomas o países. En caso de menores de edad, puede hacerlo representado por sus padres. La información únicamente puede ofrecerse a la propia persona adoptada.

- Los familiares biológicos o allegados de una persona adoptada (progenitores, abuelos, hermanos, etc.) o tutelada si desean que quede constancia de alguna información o datos de contacto, pueden solicitar una entrevista y presentar un escrito para que se archive junto al expediente individual de la persona adoptada, de modo que ésta pueda llegar a conocerlo si lo solicita.

Datos de contacto:

  • Avda. La Fama, 3 30003-Murcia

Tlf. 968 36 20 00 / 012

  • Punto de Atención Especializado en Menor y Familias

Tlf. 968 27 32 09


Estudio y valoración de menores en situación de guarda

 

Teléfonos de información: 968 36 20 00 - 012.

Acceder a la Sede Electrónica de la CARM:

Estudio y valoración de menores en situación de guarda (código 827)

El objeto es tender a los menores, derivados por los juzgados directamente o a solicitud de los tutores, por causa grave o enfermedad.
Por razones de urgencia, se recomienda presentar la solicitud de Guarda en la Asesoría de Información y Estudios de la Dirección General de Política Social, en Avenida de la Fama 3, 30003-Murcia.
El tutor o tutores deben encontrarse en situación de urgencia, no disponiendo de nadie que pueda hacerse cargo del menor, durante el episodio por el que se solicita la asunción de guarda.


Estudio y valoración de menores en situación de desamparo

 

Teléfonos de información: 968 36 20 00 - 012.

Acceder a la Sede Electrónica de la CARM:

Estudio y valoración de menores en situación de desamparo (código 131)

El objeto es atender a aquellos menores que están inmersos en una situación de desamparo: menores extranjeros no acompañados, menores abandonados, abusados sexualmente y/o maltratados por sus padres o tutores y menores en situación de desprotección total.
Los menores deberán tener entre 0 y 18 años y residir en la Región de Murcia,


Acogimiento con Familia Extensa

 

Teléfonos de información: 968 36 20 00 - 012.

Acceder a la Sede Electrónica de la CARM:

Programa de Acogimiento con Familia Extensa (código 152)

 

 


Punto de Encuentro Familiar

 

Teléfonos de información: 968 36 20 00 - 012.

Acceder a la Sede Electrónica de la CARM:

Punto de Encuentro Familiar (código 1998)

Se trata de ofrecer un espacio neutral en el que llevar a efecto las visitas entre padres e hijos, en aquellos casos en que los hijos no convivan con uno (separaciones/divorcios), o ambos padres (procedimientos de protección de menores), promoviendo, en aquellos casos en que sea posible y aconsejable, desde la perspectiva del superior beneficio del menor, las condiciones para la reestructuración de las relaciones y el ejercicio autónomo de la coparentalidad.

En especial:

- Familias que durante o después del proceso de separación tienen dificultades o conflictos para mantener la relación entre los hijos menores y ambos padres.
- Menores que se encuentan separados de ambos padres por medidas de protección.
- Menores sin relación con uno de los padres, por existir situaciones de violencia familiar, siempre que el Juzgado correspondiente así lo determine.


Ayudas individuales a personas trabajadoras en situación de excedencia laboral, reducción de jornada de trabajo o permiso sin sueldo, para el cuidado de hijos o de hijas o familiares

Ayudas individuales a familias cuyas personas trabajadoras se hayan acogido a situaciones de excedencia laboral o reducción de jornada de trabajo, licencias o permisos sin sueldo para asumir, de forma personal y directa, los deberes de asistencia, atención y cuidado respecto de sus hijos e hijas, por razón de su edad, de personas dependientes o personas discapacitadas a su cargo, como medida preventiva frente a la COVID-19 o bien porque estas hayan sido contagiadas o se encuentren aisladas por el COVID-19 y con el fin último de garantizar la cobertura de las necesidades básicas del grupo familiar de manera temporal.


Estadísticas familias numerosas año 2020

Estadísticas Familias Numerosas. Diciembre 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 620.74 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Noviembre 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 617.51 KB) 

Estadísticas Familias Numerosas. Octubre 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 619.54 KB) 

Estadísticas Familias Numerosas. Septiembre 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 617.5 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Agosto 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 621.55 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Julio 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 144.07 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Junio 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 144.66 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Mayo 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 143.97 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Abril 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 143.52 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Marzo 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 483.3 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Febrero 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 631.53 KB)

Estadísticas Familias Numerosas. Enero 2020 (Documento Adobe Acrobat [.pdf] 495.13 KB)


Medidas Judiciales de Menores

La Ley Orgánica 5/2000, de 12 de enero, Reguladora de la Responsabilidad Penal de los Menores, vino a establecer un nuevo marco jurídico en el tratamiento de los menores que infringen las normas recogidas en el código penal, dejando claro que la respuesta es de doble naturaleza, sancionadora y por otra socioeducativa, y como principio guía “el interés superior del menor”, dejando claro el distanciamiento con la justicia de adultos, sin perjuicio de las garantías comunes a todo lo justiciable, desarrollando un nuevo derecho especializado de justicia juvenil. Con todo ello, vino a consolidar lo que ya las Entidades Públicas junto con la autoridad judicial llevaban haciendo años atrás desde el establecimiento del estado del bienestar y el desarrollo de las autonomías.

En el marco de estas actuaciones son las Comunidades Autónomas, en nuestro caso la Comunidad Autónoma de la Región de Murcia quien ostenta la competencia en la ejecución de las medidas educativas impuestas por los Juzgados de Menores, y por tanto, también quien dispone de los recursos necesarios para su ejecución, tales como,  los centros educativos de ejecución de medidas judiciales y los equipos de intervención de medio abierto. Sin olvidar en ningún momento el desarrollo de metodología e instrumentos socioeducativos que mejoren la eficacia reeducativa de las medidas, disminuyendo la reincidencia, y persiguiendo la reinserción social de los menores que se ven envueltos en el sistema de justicia juvenil.

Para ello, la Comunidad Autónoma podrá establecer distintos convenios o acuerdos de colaboración con otras entidades públicas o privadas sin ánimo de lucro, sin que por ello supongan en ningún caso la cesión de la titularidad y responsabilidad en la ejecución y supervisión de las medidas.


900 102 846. Teléfono gratuito de soporte emocional para profesionales de la salud y de los servicios sociales

De lunes a viernes durante 24 horas

Más información https://www.cgtrabajosocial.es/app/webroot/files/consejo/files/memoracgts.png

 

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900 670 777. Servicio de atención psicológica (teléfono, videoconferencia y seguimiento on-line) por COVID-19 para profesionales sanitarios y del ámbito social

De lunes a viernes de 09:00 a 21:00 horas

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900 102 253. Teléfono de apoyo a los trabajadores del Servicio Murciano de Salud

De lunes a viernes de 17:00 a 21:00 horas

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WhatsApp oficial sobre el COVID-19

1. Guarda el número +34 600 802 802 en los contactos del teléfono

2. Envía la palabra "hola" para comenzar la conversación

3. Respuestas inmediatas. 24 horas al día.

(Asistente de conversación Hispabot-Covid-19)

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Aplicación ‘AsistenciaCovid19’

Sólo si crees que tienes síntomas, evalúa tu salud y recibe instrucciones y recomendaciones sobre el COVID-19.

Disponible a través del móvil (iOS y Android) y de la web https://asistencia.covid19.gob.es/ 

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Servicio online de atención al ciudadano en oficinas del Servicio Regional de Empleo y Formación (SEF) por COVID-19

Para trámites del SEF, rellenar el formulario online : https://sefapps.carm.es/sefApps/faces/formulariocontacto/detalleFormularioContacto.xhtml

Más información sobre ayudas y trámites en https://www.sefcarm.es/web/pagina?IDCONTENIDO=51829&IDTIPO=11 

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900 845 082. Teléfono gratuito de teleasistencia  

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900 10 22 54. Teléfono para familiares de personas con problemas de salud mental

De lunes a viernes en horario de 09:00 a 19:00 horas

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900 107 917. Teléfono de apoyo psicosocial "Cruz Roja Te Escucha COVID-19"

De lunes a viernes laborables en horario de 10:00 a 14:00 horas y de 16:00 a 20:00 horas
En Canarias: de lunes a viernes en horario de 09:00 a 13:00 horas y de 15:00 a 19:00 horas

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016. Teléfonos y otros recursos de ayuda e información contra la violencia de género por COVID-19

Información general. Horario continuado durante 24 h:

016

Whatsapp de ayuda emocional rápida: 

682 916 136
682 508 507

Apoyo o asesoramiento integral Red Regional CAVI y PAE. Horario de 9 a 15h: 

901 101 332
 

Correo electrónico: 016-online@igualdad.gob.es

Web: Igualdadyviolenciadegenero@carm.es

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968 35 71 89 y 968 35 71 90. Teléfonos de Atención al Consumidor por COVID-19

Más información en web consumidorescovid19.gob.es/

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017. Teléfono gratuito y confidencial para dudas y problemas relacionados con la ciberseguridad

Más información en #CiberCOVID19 y web https://www.incibe.es/cibercovid19

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913 146 673. Información al ciudadano sobre las medidas en relación a energía, residuos, gasolineras y puntos marítimos, agua y buenas prácticas en los centros de trabajo del Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico por COVID-19

De lunes a viernes en horario de 09:00 a 14:00 horas
Correo electrónico: ciudadano@idae.es

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900 12 12 12. Información de COVID-19

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¿Cómo protegerme y proteger a los demás? Disponible en varios idiomas

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Menores en situación de desprotección


Maltrato infantil

¿Qué se entiende por maltrato infantil?

El concepto de “malos tratos  a la infancia”, representa una realidad compleja y difícil de definir. Una de la definiciones que se considera más aceptada es la del Observatorio de la Infancia en 2008 y recogida en el Protocolo básico de intervención contra el Maltrato Infantil, al que se refiere como “acción, omisión o trato negligente, no accidental, que priva al niño o la niña de sus derechos y bienestar, que amenaza o interfiere su ordenado desarrollo físico, psíquico o social y cuyos autores pueden ser personas, instituciones o la propia sociedad”.

En las situaciones de desprotección en la infancia y adolescencia es normal que aparezcan solapados varios tipos de maltrato. Aun así podemos clasificar  el espectro  en los siguientes tipos:

- Maltrato físico: nos referimos a cualquier acto no accidental que provoque lesiones físicas al niño, enfermedades o riesgo de padecerlas. 
- Negligencia: no atender las necesidades del niño, así como incumplimiento de los deberes de guarda, cuidado y protección, por ejemplo: no atender su estado de salud, higiene o alimentación. 
- Maltrato emocional: todas aquellas acciones, generalmente de tipo verbal o actitudinal que provoquen o puedan provocar en el niño daños psicológicos.
- Abuso Sexual: que incluye tanto conductas de carácter físico, como puede ser la violación, el incesto o la prostitución de niños, niñas y adolescentes, como otras conductas sin contacto físico, como puede ser la pornografía infantil o el exhibicionismo.

Esta tipología es la que da soporte a los indicadores de maltrato que se recogen en la Hoja de notificación implementada para que los profesionales puedan notificar a las entidades competentes en esta materia.


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Preguntas y respuestas sobre la aplicación.

 

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Estancias temporales de menores extranjeros con fines de vacaciones, tratamiento médico o por escolarización

 

Teléfonos de información: 968 36 20 00 - 012.

Acceder a la Sede Electrónica de la CARM:

Estancias temporales de menores extranjeros con fines de vacaciones, tratamiento médico o por escolarización (código 153)


Estancias temporales de menores extranjeros con fines de vacaciones, tratamiento médico o por escolarización

En el Programa de Estancias Temporales de Personas Extranjeras Menores de Edad, las personas menores de edad procedentes de otros países, mediante un acuerdo o compromiso entre las partes, se trasladan a España por motivos de carácter humanitario y temporal, para beneficiarse de programas de vacacionales, cursar estudios para complementar y mejorar su formación o recibir asistencia sanitaria específica que no pueda ser proporcionada en su país de origen, al objeto de promover un mejor desarrollo de su proceso vital en su propio país.
 
En general, se considera que un programa tiene carácter humanitario: 
 
- Si en el país de origen hay un conflicto bélico, o en dificultad social a causa de ese conflicto.
- Si el país de origen está afectado por catástrofe o desastre naturales o provocados por el ser humano.
- Cuando se encuentren en campos de refugiados.
- Saharauis desplazados para tratamiento médico, vacaciones o estudios.
- Cuando en el país de origen no pueda desarrollarse el tratamiento médico especializado o la intervención quirúrgica que precisen las personas menores de edad para la salud. 
 
Se garantiza la no discriminación en el acceso al programa, en las modalidades de Vacaciones y de Asistencia Sanitaria, a los niños y niñas que se encuentren bajo una medida de protección en su país de origen.  
 
El desplazamiento y la estancia temporal del niño o la niña en el territorio español se realizará siempre previa autorización expresa de las personas que ostenten su patria potestad, tutela o guarda y custodia, y contará con el compromiso, por parte del Estado Español, de velar por la adecuada atención de la persona extranjera menor de edad durante su estancia en el territorio nacional, pudiendo aplicar las autoridades españolas mecanismos de supervisión y control para protegerla ante cualquier situación de desprotección que pudiera afectarle. 
 
La duración de la estancia en el país va a depender de cuál va a ser el objeto:
 
- Por vacaciones (no deben ser superior a 90 días).
- Por estudios (la duración del curso académico).
- Por enfermedad  el tiempo que duré el tratamiento). 
 
Datos de contacto:
- Avda. La Fama, 3 30003-Murcia
Tlf. 968 36 20 00 / 012
- Punto de Atención Especializado de Menor y Familias
Tlf. 968 27 32 09


Programa de Acompañamiento para la Inclusión Social (PAIN)

QUE ES EL PROGRAMA DE ACOMPAÑAMIENTO PARA LA INCLUSIÓN SOCIAL 

El programa de Acompañamiento para la Inclusión Social, desde el Sistema Público de Servicios Sociales, se desarrolla en los Centros de Servicios Sociales de Atención Primaria de las Entidades Locales y se concreta en la creación de equipos profesionales cuya intervención tiene como objetivo promover procesos intensivos de acompañamiento a personas en situación de grave vulnerabilidad y exclusión social, que favorezcan el “cambio humano”, a través de la recuperación de la persona (autoestima, autonomía, capacidades personales, redes sociales de apoyo) y de la atención a los diversos déficits y factores de discriminación que han ido acumulándose y provocando situaciones de exclusión social (económica, vivienda, educación, formación, judicial, de salud…), desde la metodología del acompañamiento social.

A QUIÉN VA DIRIGIDO EL PAIN

El PAIN es un recurso que da respuesta, en el contexto coordinado del Centro de Servicios Sociales, a un perfil determinado: Personas en situación de alta vulnerabilidad y/o exclusión social, que tengan una mínima motivación personal hacia el cambio (voluntariedad), y que se considere que está en un momento adecuado (oportunidad) para iniciar un proceso de cambio personal, que logre detener el proceso de exclusión y revertir ese proceso de deterioro hacia la consecución de un mayor empoderamiento personal que le facilite hacerse cargo lo más autónomamente posible de su propia vida. 
 

DATOS (2020)

El número de equipos profesionales es de 22
El número de Entidades Locales con PAIN es de 21 (27 Ayuntamientos)

Relación de Centros de Servicios Sociales con programa PAIN

Águilas Mancomunidad Río Mula
Alcantarilla Mancomunidad del Noroeste
Alhama de Murcia Mazarrón
Cartagena I Molina de Segura
Cartagena II Torre Pacheco
Ceutí Puerto Lumbreras
Cieza San Javier
Jumilla San Pedro del Pinatar
Lorca Totana
Lorquí Torres de Cotillas
Murcia Yecla


Apoyo y supervisión de Acompañamiento al profesional

El/la profesional del PAIN es el instrumento fundamental para la implementación adecuada y exitosa del acompañamiento. Ello requiere un perfil profesional con un buen repertorio de competencias cognitivas, actitudinales y estratégicas. Para ello el Servicio de Planificación y Evaluación de la Dirección General de Familia y Políticas Sociales de la Consejería de Mujer, Igualdad, LGTBI, Familias y Política Social de la Comunidad Autónoma de la Región de Murcia, que coordina y apoya el programa a nivel regional, efectúa desde el inicio y de manera continuada el seguimiento, coordinación y apoyo a los profesionales. Lo que ha permitido la aproximación de criterios y el trasvase de experiencias a nivel regional, a través de:
 
SUPERVISIÓN DE APOYO PROFESIONAL
Como un espacio donde “ayudar a los que ayudan”. La especial dificultad técnica de los acompañamientos sociales y la alta carga emocional de este trabajo requiere un apoyo cercano a quienes lo desarrollan. Se realiza en sesiones de supervisión de equipos por zonas geográficas, supervisión de equipos municipales y de profesionales a nivel individual y de apoyo las dinámicas de los equipos profesionales.
 
FORMACIÓN CONTINUADA
Que amplíe estas competencias profesionales. Se desarrollan cursos y seminarios sobre metodologías de acompañamiento social para exclusión social, relación de ayuda, cambio humano, co-diagnóstico, salud mental, dinámica grupal, historias de vida, etc.
 
PORTAL WEB REGIONAL DE INFORMACIÓN Y COMUNICACIÓN
Donde se comparten a través de internet una biblioteca de documentación, un espacio de comunicación para profesionales, y las diversas experiencias de los diversos equipos de la Región.
 
ESPACIOS DE ENCUENTRO Y COORDINACIÓN
A través de la Comisión Regional del Programa (donde participan todos los profesionales), de grupos de trabajo temáticos y específicos de temas a profundizar, y con la organización de Jornadas Regionales abiertas a otros programas, instituciones y entidades públicas y de iniciativa social.


Principios metodológicos

El PAIN ha ido definiendo a lo largo de su experiencia un proceso de acompañamiento de alta intensidad que intenta incidir en esta paralización del proceso de exclusión y en la recuperación de la autonomía de la persona, que permita la recuperación paulatina de su capacidad para poder afrontar las vicisitudes de su vida, y la mejora de sus redes de apoyo naturales y sociales que puedan sostener nuevas situaciones de crisis biográficas. De manera sintética: ayudar a aprender a ayudarse en la medida de sus posibilidades reales.
Con este objetivo el PAIN ha desarrollado y establecido metodologías de actuación de las que destacamos:
 
ACOMPAÑAMIENTO SOCIAL INTENSIVO
Basado en el reconocimiento del derecho a una relación de ayuda y a una atención social personalizada (además del derecho de acceso a la protección social), que va a desplegar todo un abanico de intervenciones dirigidas a:
La atención asistencial de necesidades y de acceso a recursos y dispositivos sociales.
Otras atenciones de promoción personal dirigidos al apoyo emocional, educativo y relacional, dirigidos a la recuperación personal del proceso de exclusión y mejora de su autonomía
Acciones de recuperación del vínculo social dañado de la persona y de ésta con sus redes familiares y sociales.
El acompañamiento social se realiza desde las bases metodológicas de la Relación de Ayuda humanista y de las teorías del cambio humano, que permitan un proceso proactivo y vincular de reducción de daños y de desarrollo (en la medida de lo posible) de las potencialidades y capacidades de la persona, ayudándola en su toma de conciencia que permita una reinterpretación de su vida que posibilite un cambio real en su situación personal y social.
El proceso de acompañamiento en el PAIN se puede realizar en dos niveles metodológicos: el acompañamiento individual y el trabajo grupal.
 
COHERENCIA Y COORDINACIÓN DE LAS RESPUESTAS. PROFESIONAL DE REFERENCIA
La complejidad por la acumulación de situaciones de discriminación, y la situación de impotencia e indefensión de las personas afectadas, requieren de la existencia de un profesional que sostenga todo el proceso, que catalice de manera coherente y coordine de manera integral todas las intervenciones de profesionales y sistemas que habrá que poner en marcha. Y que facilite la recuperación el trabajo de vinculación y confianza que ayude a redefinir el vínculo personal (autoestima) y el social (pertenencia social). 
 
CODIAGNÓSTICO Y RESPONSABILIZACIÓN DE LA PERSONA EN SU PROCESO
Un proceso de cambio humano no será posible si la persona no toma protagonismo en su propio proceso de cambio individual y en sus contextos sociales. Para ello, el acompañamiento profesional estará complementado con un proceso de toma de conciencia personal y una paulatina toma de responsabilidad de la persona en su propia vida. Una de las herramientas desarrolladas por el Programa es el Acuerdo de Acompañamiento como instrumento de toma de conciencia y de asunción gradual de responsabilidades que ayuden a dirigir su propio proceso de intervención.
 
TRABAJO EN RED Y RECUPERACIÓN DE LA PARTICIPACIÓN SOCIAL
Potenciando la cooperación de todos los sistemas de protección social y de iniciativa social ubicada en el territorio. Además de incorporar en el desarrollo del acompañamiento a las redes familiares y personales sociales de la persona que permitan reducir los contextos excluyentes y ampliar las posibilidades de apoyo de estas redes cercanas en futuras situaciones de conflicto personal y social.
 
TRABAJO GRUPAL
Como instrumento que permite un avance en el proceso de recuperación relacional y personal a partir de la creación de procesos de dinámica grupal que permitan generar un laboratorio de experimentación social donde se trabaje la recuperación de la pertenencia social, la relación entre iguales, y ejercitar y reparar el vínculo social dañado por el proceso biográfico de la exclusión.  Nuestra experiencia de incorporar la dinámica de grupos en los procesos de acompañamiento social nos está demostrando la potencialidad y efectividad de esta herramienta para la recuperación personal y promoción de actitudes de autoayuda y solidaridad entre las personas afectadas por biografías de exclusión social (heteroayuda).


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